A morte e o amor. Porque o amor, como a morte, também existe — e da mesma forma dissimulada. Por trás, inaparente. Mas tão poderoso que, da mesma forma que a morte — pois o amor também é uma espécie de morte (a morte da solidão, a morte do ego trancado, indivisível, furiosa e egoisticamente incomunicável) — nos desarma. O acontecer do amor e da morte desmascaram nossa patética fragilidade.
Como amor e morte não se separam — feito quem diz ―era uma vez...
(Trecho do texto Em Memória de Lilian)
domingo, 24 de outubro de 2010
Caio F.
Os homens precisam da ilusão do amor da mesma forma como precisam da ilusão de Deus. Da ilusão do amor para não afundarem no poço horrível da solidão absoluta; Da ilusão de Deus, para não se perderem no caos da desordem sem nexo.
(Trecho do conto Os Dragões não conhecem o paraíso)
(Trecho do conto Os Dragões não conhecem o paraíso)
terça-feira, 15 de junho de 2010
Eros e Thanatos ♥
Existe relação entre o amor e a morte?
É possível exprimi-lá por meio de palavras?
Tanto Eros e Thanatos fazem parte de nossas vidas e estão a todo instante nos revelando algo, um mistério, um sonho... Ambos coexistem e completam um o sentido do outro, a razão de ser.
É possível exprimi-lá por meio de palavras?
Tanto Eros e Thanatos fazem parte de nossas vidas e estão a todo instante nos revelando algo, um mistério, um sonho... Ambos coexistem e completam um o sentido do outro, a razão de ser.
segunda-feira, 22 de março de 2010
Para apreciação...
"O meu mundo não é como o dos outros, quero demais, exijo demais;
há em mim uma sede de infinito, uma angústia constante que eu nem mesma compreendo, pois estou longe de ser uma pessoa;
sou antes uma exaltada, com uma alma intensa, violenta, atormentada, uma alma que não se sente bem onde está, que tem saudade… sei lá de quê!"
Florbela Espanca
há em mim uma sede de infinito, uma angústia constante que eu nem mesma compreendo, pois estou longe de ser uma pessoa;
sou antes uma exaltada, com uma alma intensa, violenta, atormentada, uma alma que não se sente bem onde está, que tem saudade… sei lá de quê!"
Florbela Espanca
domingo, 14 de fevereiro de 2010
Paixão de toda vida!
Renato Russo fora cantor, compositor, músico, professor de inglês, jornalista e poeta. Nasceu no Rio de Janeiro em 27 de março de 1960 e mais tarde adotara Brasília como terra do coração, que serviria como inspiração e tema de fundo de algumas de suas canções. Em 1978, aos 18 anos Renato forma a banda Aborto Elétrico que se desfaz em 1982. Passa então a se dedicar a um trabalho solo intitulado “O Trovador Solitário”. É só em 1983 que é formada a banda que posteriormente entra para a história como a maior banda do rock Brasil: a Legião Urbana.
Renato Manfredini Júnior, seu nome de batismo, fora uma criança e um adolescente hiper-ativo, solitário, inseguro emocionalmente, com saúde debilitada. Sua fragilidade é claramente notada nas letras que compunha a frente da LU. Na fase adulta alguns destes problemas da infância e da adolescência se afloraram, usava drogas, se tornou alcoólatra e HIV positivo, nunca assumira para imprensa e nem para o público que tinha AIDS, mas ao ouvir o último álbum lançado (enquanto Renato ainda estava vivo) pela LU é possível sentir e acompanhar sua imensa dor e tristeza, em cada uma das 15 faixas do disco “A Tempestade”, era o CD da despedida.
Júnior, como era chamado pela mãe, fazia o tipo “nem aí” às vezes e em algumas (na maioria) ocasiões carregava nas costas todo o sofrimento do mundo, sentia como ninguém as mazelas da sociedade e dos corações dos seus jovens “discípulos”, cantava e escrevia exatamente o que eles queriam ouvir. A voz de toda uma geração, sua alma extremamente sensível e sua genialidade à flor da pele, um verdadeiro guru.
Gostava de ler sobre temas místicos e astrologia, uma pergunta que Renato sempre fazia quando ia conhecer alguém era “Qual seu signo?”, ele um ariano com ascendência em peixes. Leitor assíduo dos grandes nomes da literatura mundial e brasileira, apaixonado por cinema, música, filosofia e artes de uma forma geral, sua formação intelectual era a melhor possível. A importância de Renato é inquestionável, dotado de tanto talento, bestificava seu público. Era um ser intenso, iluminado, lírico, movido a emoções, um “Trovador Solitário”, idealista e em alguns momentos pessimista. Era um misto de emoções, um paradoxo.
Morrera em 11 de outubro de 1996 com complicações de saúde decorrentes do vírus da AIDS, “acabou indo embora cedo demais”, como cantara em uma de suas canções, deixando órfã uma multidão, a Legião Urbana. Sua mensagem ainda hoje é transmitida pelos milhares de fãs espalhados por todo território nacional, sua voz nunca se calará, o filho da revolução e sua poética sempre nos escoltarão pelos mais tortuosos e alegres caminhos.
*Força Sempre*
Alguns conceitos...
De acordo com os dicionários, os termos alegria e felicidade significam:
Alegria= forte impressão de prazer causada pela posse de um bem real ou imaginário, júbilo, contentamento.
Felicidade= estado de perfeita satisfação íntima, ventura, beatitude.
Reflitamos um pouco sobre estes conceitos, talvez cheguemos a alguma resposta, ou não.
Alegria= forte impressão de prazer causada pela posse de um bem real ou imaginário, júbilo, contentamento.
Felicidade= estado de perfeita satisfação íntima, ventura, beatitude.
Reflitamos um pouco sobre estes conceitos, talvez cheguemos a alguma resposta, ou não.
Do que um ser humano precisa?
...De sonhos e da ilusão de um dia alcançar a felicidade.
Mas, afinal o que é a felicidade além de uma doce quimera?
Bom, talvez eu seja um tanto quanto pessimista, mas prefiro acreditar que sou de fato realista.
A vida é boa, porém nenhuma pessoa que eu conheço sabe definir o "ser feliz", acredito na alegria e em bons momentos. Afinal, são estes que fazem a vida valer a pena!
Então, depois desse momento filosófico posso deduzir que a feicidade é uma constante que só saberemos o que ela é de fato, quando nos tornamos eternos, ou seja, quando o corpo morrer e nossas almas atingirem a perfeição.
Obrigada e até mais!!!!
Mas, afinal o que é a felicidade além de uma doce quimera?
Bom, talvez eu seja um tanto quanto pessimista, mas prefiro acreditar que sou de fato realista.
A vida é boa, porém nenhuma pessoa que eu conheço sabe definir o "ser feliz", acredito na alegria e em bons momentos. Afinal, são estes que fazem a vida valer a pena!
Então, depois desse momento filosófico posso deduzir que a feicidade é uma constante que só saberemos o que ela é de fato, quando nos tornamos eternos, ou seja, quando o corpo morrer e nossas almas atingirem a perfeição.
Obrigada e até mais!!!!
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